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MPPI apura divergências no IRPF de empregados da AGESPISA após denúncia do SENGE-PI

Garcia Guedes – Diretor da Agespisa/PI Notícia de Fato investiga inconsistências em informações enviadas à Receita Federal e possível omissão da SEAD O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) instaurou a Notícia de Fato nº 62/2026, vinculada ao procedimento SIMP nº 000286-344/2026, para apurar possíveis irregularidades nas informações fiscais dos empregados da Águas e Esgotos do Piauí S.A. (AGESPISA) encaminhadas à Receita Federal. A apuração começou após representação do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí (SENGE-PI), que apontou divergências nas declarações de Imposto de Renda dos trabalhadores, principalmente quanto às contribuições previdenciárias descontadas no ano-base de 2025. Segundo despacho da 35ª Promotoria de Justiça de Teresina, as inconsistências teriam levado empregados da AGESPISA à “malha fina” no exercício de 2026, devido a diferenças entre os dados informados pela empresa e os enviados ao Fisco. Sindicato pediu correção à SEAD Samuel Pontes – Secretário de Administração do Estado do Piauí O SENGE-PI informou ao MPPI que protocolou o Ofício nº 097/2026 na Secretaria de Estado da Administração (SEAD), solicitando a correção dos dados e esclarecimentos sobre as divergências. Segundo o sindicato, não houve resposta. Para a Promotoria, a ausência de manifestação pode envolver, além de uma falha operacional, possíveis violações aos deveres de transparência, publicidade e eficiência da Administração Pública. SEAD terá 10 dias para responder A promotora de Justiça Denise Costa Aguiar determinou o envio à SEAD de cópia da representação e do Ofício nº 097/2026. O órgão deverá, no prazo de 10 dias, informar as providências adotadas para corrigir as divergências e explicar por que não respondeu ao sindicato. O MPPI também determinou que o SENGE-PI seja comunicado sobre a instauração do procedimento e possa acompanhar a apuração. No despacho, a Promotoria afirma haver elementos mínimos probatórios para justificar a atuação do Ministério Público, especialmente em relação ao direito de acesso à informação e à transparência administrativa. A investigação deverá esclarecer a origem das informações divergentes, os dados enviados à Receita Federal, as causas das inconsistências e a ausência de resposta da SEAD ao pedido do sindicato. A instauração da Notícia de Fato não comprova, por si só, a existência de irregularidades. O procedimento tem como objetivo reunir informações e apurar os fatos denunciados.

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Morre o engenheiro Mirócles Veras, ex-presidente do SENGE-PI

Foto do Engenheiro Mirocles Veras eternizado no rol dos ex-presidentes do Sindicato dos Engenheiros do Piauí Empresário e engenheiro tinha 71 anos e estava internado em hospital de Teresina. Sindicato dos Engenheiros do Piauí lamentou a perda e destacou sua trajetória à frente da entidade. O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí (SENGE-PI) recebeu com profunda tristeza a notícia do falecimento do engenheiro e empresário Mirócles José Veras Neves, aos 71 anos. Ex-presidente da entidade, Mirócles estava internado em um hospital de Teresina. A notícia foi divulgada pelo próprio SENGE-PI, que destacou não apenas a trajetória profissional de Mirócles, mas também os laços de amizade construídos ao longo dos anos com integrantes da categoria. Em manifestação de pesar, o presidente do SENGE-PI, Eng. Antônio Florentino de Souza Filho, ressaltou a importância de Mirócles para a entidade e para sua vida pessoal. “Além de ter me repassado com apoio a presidência do SENGE-PI, era um grande amigo”, afirmou Florentino Filho. A declaração evidencia a relação de confiança existente entre os dois engenheiros e o papel desempenhado por Mirócles na continuidade da direção do sindicato. Legado no SENGE-PI Durante sua trajetória, Mirócles Veras esteve à frente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí, contribuindo para a representação e defesa dos profissionais da engenharia no Estado. Sua passagem pela presidência deixou vínculos que permaneceram mesmo após o encerramento de seu mandato. Para o atual presidente da entidade, além da contribuição institucional, fica a lembrança de um amigo e companheiro de caminhada. Solidariedade à família O SENGE-PI também manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Mirócles, citando especialmente sua irmã, Marília Veras Neves Bona, e seu filho, engenheiro Igor Veras. Em sua mensagem, a entidade expressou votos de conforto à família neste momento de dor: “Que Deus possa confortar o coração de todos nesse momento de dor.” A morte de Mirócles Veras representa uma perda para familiares, amigos, colegas de profissão e para o movimento de representação dos engenheiros do Piauí. Fica o reconhecimento por sua contribuição ao SENGE-PI e a memória de sua atuação profissional e sindical.

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9 Engenharias mais buscadas nos vestibulares brasileiros em 2026

Por Eduardo Mikail | 6 de junho de 2026 Se você está na fase de escolher um curso superior e tem afinidade com Exatas, provavelmente já ouviu a frase “faz engenharia” pelo menos umas dez vezes. Mas o que muita gente não conta é que existe uma diferença enorme entre as especializações — em concorrência, salário, mercado de trabalho e perfil profissional. Antes de sair escolhendo qualquer uma, vale entender quais são as  engenharias que mais aparecem nas listas dos vestibulares mais disputados do país e o que cada uma realmente oferece. Na edição de 2025 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), por exemplo, a nota de corte mais alta para ingressar em uma graduação de  engenharia chegou a 823,38. Já no vestibular da UFRGS 2026, a  Engenharia de Computação registrou 10,36 candidatos por vaga, e a Engenharia Química apareceu entre os cursos mais concorridos da UNESP. Não é coincidência: algumas áreas concentram tanto demanda de mercado quanto o interesse dos estudantes. Confira mais informações nesta lista preparada pelo Engenharia 360. 1. Engenharia Civil O engenheiro civil pode empreender, seguir carreira acadêmica ou atuar em obras de construção civil, estruturas e fundações, hidráulica e saneamento. Para quem gosta de atividades práticas, de cálculos precisos e de ver resultados concretos no mundo real, essa pode ser a escolha ideal. A boa notícia: já existe a opção de cursar Engenharia Civil na modalidade EaD, com laboratórios digitais que permitem uma formação completa. Poucas áreas têm uma trajetória tão sólida quanto a Engenharia Civil no Brasil. Responsável por estruturar literalmente o país — de rodovias e pontes a prédios e sistemas de saneamento —, esse profissional encontra oportunidades tanto no setor público quanto em grandes construtoras privadas. 2. Engenharia Mecânica Máquinas, motores, sistemas industriais e energias renováveis: o universo da Engenharia Mecânica é vasto e em constante expansão. O engenheiro mecânico usa softwares de modelagem 3D, simulações computacionais e conhecimentos avançados em física e matemática para garantir eficiência e segurança nos projetos. As principais frentes de atuação incluem a indústria automotiva, aeronáutica e naval, manufatura, energias renováveis e sistemas de climatização. Para quem busca inovação aliada a tecnologia física, essa área entrega um mercado de trabalho bastante convidativo — inclusive fora do Brasil. 3. Engenharia Elétrica Distribuição de energia, automação, telecomunicações, projetos de energia limpa: a Engenharia Elétrica é uma das mais versáteis dentro da área. O engenheiro eletricista tem papel estratégico tanto em obras de infraestrutura quanto em iniciativas de economia energética — temas cada vez mais centrais diante das mudanças climáticas e da transição energética global. O curso prepara para lidar com circuitos elétricos, garantindo segurança e integridade dos sistemas. Quem escolhe essa especialização costuma transitar com facilidade entre setores distintos, do setor público a startups de tecnologia limpa. 4. Engenharia da Computação Na era da Inteligência Artificial e da Internet das Coisas, a Engenharia da Computação virou uma das carreiras mais cobiçadas do mercado. Não à toa, ela aparece entre os cursos mais concorridos da UNICAMP e esteve entre os dez com maior densidade de candidatos no vestibular da UFRGS 2026, com 10,36 inscritos por vaga. O engenheiro da computação atua no desenvolvimento de hardware e software, segurança da informação, computação em nuvem, big data, robótica e realidade aumentada. Para ter perfil para essa área, é importante combinar afinidade com tecnologia, criatividade e capacidade de resolver problemas complexos. A demanda por esses profissionais só cresce. 5. Engenharia Química Setores como o farmacêutico, alimentício, têxtil, petroquímico e cosmético dependem diretamente dos engenheiros químicos para funcionar. Esses profissionais conduzem experimentos, pesquisam substâncias, sintetizam novos materiais e otimizam processos industriais — sempre com foco em eficiência e redução de impactos ambientais. No vestibular da UNESP 2026, a Engenharia Química figurou entre os cursos mais disputados. Quem tem perfil investigativo e gosta de unir ciência com prática industrial vai encontrar nessa área um campo amplo de possibilidades, tanto na indústria quanto em pesquisa e desenvolvimento. 6. Engenharia de Petróleo Se salário é um critério importante na sua escolha, a Engenharia de Petróleo merece atenção. Essa é uma das áreas mais bem remuneradas da engenharia no Brasil, justamente pela complexidade das operações e pela escassez de profissionais qualificados. O engenheiro de petróleo atua desde a exploração e produção até o refino, transporte e gestão de sustentabilidade. O trabalho envolve tecnologias avançadas, riscos operacionais elevados e desafios geológicos. Ao mesmo tempo, a área investe cada vez mais em métodos para reduzir impactos ambientais e aumentar a eficiência energética — o que abre frentes para quem quer aliar alta remuneração com responsabilidade ambiental.  7. Engenharia de Software Diferente da Engenharia da Computação — mais voltada ao funcionamento dos dispositivos e sua interconexão —, a Engenharia de Software foca na criação, desenvolvimento, teste e manutenção de aplicações digitais. O profissional da área trabalha com linguagens de programação, banco de dados, metodologias ágeis e arquitetura de sistemas. No Sisu 2025, a Engenharia de Software esteve entre os cursos com mais inscrições em todo o país. Com projetos de Inteligência Artificial, Aprendizagem de Máquina e desenvolvimento de apps, essa é uma das áreas com maior variedade de oportunidades — e que permite atuar remotamente para empresas do mundo inteiro. 8. Engenharia Ambiental A preocupação global com as mudanças climáticas, o esgotamento de recursos naturais e a necessidade de adequação a normas ambientais impulsionaram a demanda por engenheiros ambientais nos últimos anos. Empresas de todos os setores precisam reduzir sua pegada ecológica, e políticas governamentais de energia renovável e saneamento fortalecem ainda mais esse mercado. O engenheiro ambiental atua em licenciamento ambiental, energias renováveis, recuperação de áreas degradadas e consultoria para empresas que buscam práticas sustentáveis. Para quem quer unir inovação tecnológica com cuidado com o planeta, essa é a área que mais cresce em relevância. 9. Engenharia de Produção Considerada uma das mais versáteis de toda a engenharia, a Engenharia de Produção combina conhecimentos de engenharia, administração e economia para otimizar processos, reduzir custos e aumentar a produtividade nas organizações. O engenheiro de produção atua como elo entre tecnologia e gestão. Esse profissional pode trabalhar com logística, gestão da qualidade,

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SENGE-PI protocola denúncias no MPPI, MPF, TCE-PI e DRTE contra AGESPISA e SEAD por informações conflitantes sobre IRPF de empregados

Garcia Guedes – Presidente da AGESPISA O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí (SENGE-PI) protocolou denúncias junto ao Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) e Delegacia Regional do Trabalho e Emprego (DRTE), em face da AGESPISA, da Secretaria de Estado da Administração (SEAD) e de seus respectivos gestores, em razão do fornecimento de informações conflitantes à Receita Federal e aos trabalhadores referentes ao Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), situação que levou diversos empregados à malha fina da Receita Federal. Samuel Pontes – Secretário de Administração – SEAD/PI O SENGE-PI informa que, ainda em meados do mês de junho, encaminhou o Ofício nº 097/2026 à AGESPISA e à SEAD, solicitando, por orientação da própria Receita Federal, que os órgãos promovessem a correção e o ajuste das informações relativas aos rendimentos dos empregados, tendo em vista que os dados informados aos trabalhadores divergiam daqueles transmitidos à Receita Federal. Apesar da gravidade da situação e dos potenciais prejuízos aos empregados, o sindicato não recebeu qualquer resposta dos órgãos estaduais, tampouco foram adotadas providências para a regularização das inconsistências apontadas. Diante da omissão dos órgãos envolvidos, o SENGE-PI requereu aos órgãos de controle e fiscalização: Segundo o presidente do SENGE-PI, Engenheiro Químico Antônio Florentino de Souza Filho, a situação representa mais um episódio que demanda a atuação firme dos órgãos de controle diante das medidas adotadas no âmbito da AGESPISA e seus impactos sobre os trabalhadores. O dirigente sindical destaca ainda que a categoria já enfrentou uma série de dificuldades decorrentes do processo de reestruturação e liquidação da companhia, incluindo demissões em massa, desligamentos de empregados acometidos por enfermidades graves, dispensas de empregados detentores de estabilidade, suspensão do plano de saúde e, agora, os transtornos decorrentes das inconsistências nas informações relativas ao Imposto de Renda. O SENGE-PI reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores e continuará adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para assegurar a proteção dos empregados e a responsabilização dos agentes eventualmente envolvidos em irregularidades. AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL – PROCURADORIA DA REPÚBLICA NOESTADO DO PIAUÍ ASSUNTO: Representação para apuração de omissão administrativa e prejuízoscausados a empregados da AGESPISA em razão de informações fiscais incorretasencaminhadas à Receita Federal. O SINDICATO DOS ENGENHEIROS DO ESTADO DO PIAUÍ – SENGE-PI, porseu Presidente, vem apresentar REPRESENTAÇÃO em face da AGESPISA e daSecretaria de Estado da Administração – SEAD, pelos fatos a seguir expostos:Em 08 de junho de 2026, o SENGE-PI encaminhou o Ofício nº 097/2026 à SEADsolicitando, em caráter de urgência, a retificação das informações de rendimentos doano-base de 2025 transmitidas à Receita Federal.Foi demonstrado que diversos empregados tiveram suas declarações deImposto de Renda retidas em malha fiscal em razão da divergência entre oscomprovantes de rendimentos fornecidos aos trabalhadores e as informaçõestransmitidas pela AGESPISA à Receita Federal, especialmente quanto às contribuiçõesprevidenciárias.Mesmo após a formalização do pedido e a apresentação de documentoscomprobatórios, não houve resposta administrativa nem adoção das providênciasnecessárias para corrigir os dados, permanecendo os trabalhadores submetidos aprejuízos fiscais e administrativos.Tal conduta pode caracterizar violação aos princípios constitucionais daadministração pública, especialmente os da legalidade, eficiência e moralidade, alémde eventual dano ao patrimônio dos servidores e possível irregularidade na gestão dasinformações fiscais Diante do exposto, requer: 2. A requisição de informações à AGESPISA e à SEAD sobre as providênciasadotadas; 3. A adoção das medidas necessárias para determinar a imediata retificação dasinformações perante a Receita Federal; 4. A apuração da responsabilidade dos gestores pela omissão e pelos prejuízoscausados aos trabalhadores; AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PIAUÍ – MPPIPROMOTORIA DE JUSTIÇA DE DEFESA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E DAMORALIDADE ADMINISTRATIVA ASSUNTO: Representação para apuração de possível ato de improbidadeadministrativa, omissão de gestores públicos e prejuízos causados a empregados daAGESPISA O SINDICATO DOS ENGENHEIROS DO ESTADO DO PIAUÍ – SENGE-PI,pessoa jurídica de direito privado, entidade representativa da categoria dosengenheiros, neste ato representado por seu Presidente, Eng. Antônio Florentino deSouza Filho, vem, respeitosamente, apresentar a presente REPRESENTAÇÃO em face dos gestores da AGESPISA – Águas e Esgotos do Piauí S.A. e daSecretaria de Estado da Administração do Piauí – SEAD, pelos fatos e fundamentos aseguir expostos: DOS FATOS No exercício de suas atribuições institucionais, o SENGE-PI identificou quediversos empregados da AGESPISA tiveram suas Declarações de Imposto de RendaPessoa Física referentes ao exercício de 2026 retidas em malha fiscal em razão deinconsistências entre os informes de rendimentos fornecidos aos empregados e osdados transmitidos pela AGESPISA à Receita Federal. As divergências dizem respeito, principalmente, às contribuições previdenciárias,uma vez que a Receita Federal recebeu informações indicando inexistência dedescontos previdenciários, enquanto os comprovantes de rendimentos demonstramque tais descontos foram efetivamente realizados durante o ano-base de 2025. Diante da gravidade da situação, o SENGE-PI encaminhou o Ofício nº 097/2026,datado de 08 de junho de 2026, dirigido ao Secretário de Estado da Administração,solicitando a imediata retificação das informações transmitidas à Receita Federal,anexando documentação comprobatória das inconsistências verificadas. Entretanto, decorrido prazo superior a um mês, a entidade sindical não recebeuqualquer resposta oficial, tampouco foi promovida a retificação das informações fiscais,permanecendo inúmeros trabalhadores submetidos a prejuízos fiscais, retenção emmalha, atrasos em restituições e insegurança jurídica. A completa ausência de manifestação da Administração Pública evidenciapossível descumprimento dos deveres de eficiência, legalidade, moralidade,publicidade e boa administração, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. Além disso, a omissão administrativa prolonga os prejuízos suportados pelostrabalhadores e pode caracterizar responsabilidade dos gestores pela inércia diante deirregularidade formalmente comunicada. DO DIREITO A Constituição Federal impõe aos agentes públicos a observância dos princípiosda legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. A Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), com as alteraçõespromovidas pela Lei nº 14.230/2021, prevê a responsabilização de agentes públicospor condutas dolosas que atentem contra os princípios da Administração Pública oucausem prejuízo ao erário ou a terceiros. Cabe ao Ministério Público exercer o controle da legalidade da atuaçãoadministrativa, promovendo a responsabilização dos agentes públicos quandoconstatadas irregularidades ou omissões lesivas ao interesse público. DOS PEDIDOS Diante do exposto, requer o SENGE-PI: Protesta provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em direito,especialmente

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ENGENHEIRO HÉRCULES MEDEIROS É REELEITO PRESIDENTE DO CREA-PI COM AMPLA VITÓRIA

O engenheiro Hércules Medeiros foi reeleito presidente do CREA-PI na eleição realizada nesta sexta-feira (03/07), conquistando uma expressiva vitória nas urnas. Hércules Medeiros recebeu 2.466 votos, enquanto o candidato da oposição, Samuel, obteve 1.855 votos, consolidando uma ampla vantagem e reafirmando a confiança da categoria no trabalho desenvolvido por sua gestão. A eleição também confirmou o êxito da chapa Time do Trabalho, que elegeu todos os seus candidatos: O resultado demonstra o reconhecimento dos profissionais da engenharia, da agronomia e das geociências ao trabalho realizado e fortalece o compromisso da nova gestão em continuar atuando pelo desenvolvimento do Sistema Confea/Crea e pela valorização dos profissionais piauienses.

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EngenhAção: Parceria em Santa Catarina mobiliza ações para combater o déficit de engenheiros no Brasil

O Brasil enfrenta um cenário desafiador na formação de engenheiros. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e de entidades do setor apontam que o país forma cerca de 40 a 50 mil profissionais por ano, quando seriam necessários ao menos 100 mil para acompanhar o ritmo de crescimento econômico global. Estudos complementares do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) também sinalizam que a alta taxa de evasão nos cursos de graduação e a falta de estímulo na base afetam diretamente a competitividade industrial do país. Para reverter esse quadro, a Academia Nacional de Engenharia (ANE), por meio de seu Capítulo Santa Catarina, oficializou o lançamento de um amplo projeto de divulgação focado em impulsionar o EngenhAção — movimento institucional que já atua no estado com algumas iniciativas, sob coordenação do Acadêmico Carlos Alberto Schneider. Essa nova etapa ganhou força com a exibição do primeiro vídeo da série especial, veiculado no telejornal Balanço Geral 1ª Edição, da NDTV (Grupo ND Rede Record), no dia 10 de junho. O papel da engenharia no desenvolvimento nacional O marco inicial da série jornalística contou com a participação do engenheiro acadêmico Sérgio Gargioni, coordenador do Capítulo Santa Catarina da ANE. Em sua fala, ele enfatizou que a engenharia opera como a engrenagem fundamental para a viabilização de grandes transformações econômicas, sociais e ambientais. “O movimento e este projeto de divulgação nascem para mostrar que a engenharia está por trás de tudo o que revoluciona o mundo contemporâneo: desde as energias renováveis e as cidades inteligentes até a robótica, a inteligência artificial e a exploração espacial”, apontou Gargioni, reforçando que atrair jovens talentos é um compromisso da Academia com o futuro e a soberania do país. Durante o lançamento da série, Sérgio Gargioni também adiantou que a Academia Nacional de Engenharia realizará o Seminário ANE 2026 em Santa Catarina. A agenda institucional está programada para ocorrer entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro deste ano, servindo como um espaço de convergência para debater as diretrizes e os rumos da engenharia nacional. Desmistificando a carreira para a base educacional Segundo Schneider, o objetivo central deste projeto de divulgação em parceria com a NDTV é utilizar o alcance da mídia para atuar diretamente na base educacional, demonstrando aos estudantes do ensino fundamental e médio a importância e a viabilidade prática da carreira. A frente de comunicação liderada pelo Grupo ND abrangerá a veiculação de conteúdos audiovisuais na grade da NDTV, a publicação de cadernos impressos em edições especiais de revistas, inserções em rádio e uma seção exclusiva de reportagens no portal ND Mais. O foco da cobertura integrada é registrar a memória técnica e os bastidores de grandes obras de infraestrutura do estado, servindo de inspiração prática para novos estudantes. A iniciativa conta inicialmente com o apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-SC). A cobertura jornalística do lançamento do projeto e as primeiras entrevistas sobre o tema estão disponíveis na plataforma oficial do Grupo ND. fonte: https://anebrasil.org.br/not%C3%ADcias/2026/06/engenha%C3%A7%C3%A3o-parceria-em-santa-catarina-mobiliza-a%C3%A7%C3%B5es-para-combater-o-d%C3%A9ficit-de-engenheiros-no-brasil/

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SENGE-PI REPUDIA A OMISSÃO DA SEAD E DA AGESPISA DIANTE DOS ERROS NAS INFORMAÇÕES PRESTADAS À RECEITA FEDERAL

O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí – SENGE-PI vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à conduta da Secretaria de Administração do Estado do Piauí (SEAD) e da AGESPISA em relação aos graves erros constatados nas informações de rendimentos encaminhadas à Receita Federal e aos trabalhadores da empresa. Milhares de empregados da AGESPISA, entre eles engenheiros representados por este sindicato, foram surpreendidos ao terem suas declarações de Imposto de Renda retidas em malha fina, em razão das divergências existentes entre os informes de rendimentos fornecidos aos trabalhadores e aqueles efetivamente transmitidos à Receita Federal. A situação é extremamente grave, pois os empregados cumpriram suas obrigações fiscais utilizando as informações oficiais disponibilizadas pela própria empresa, não podendo ser responsabilizados por inconsistências geradas pela administração pública. O SENGE-PI, juntamente com outras entidades representativas dos trabalhadores da AGESPISA, já formalizou junto à SEAD e à direção da empresa solicitação para que as informações sejam imediatamente corrigidas e retransmitidas à Receita Federal, conforme orientação recebida do próprio órgão fiscalizador. Contudo, até o presente momento, não houve qualquer providência efetiva por parte do Secretário de Administração, Samuel Pontes, nem do Presidente da AGESPISA, Garcia Guedes, para sanar o problema e restabelecer a regularidade fiscal dos trabalhadores prejudicados. É inadmissível que servidores e empregados públicos sejam colocados em situação de insegurança jurídica e fiscal em decorrência de falhas administrativas que poderiam e deveriam ser prontamente corrigidas. Mais grave ainda é a tentativa de atribuir a responsabilidade à Receita Federal, quando a origem da irregularidade decorre das informações prestadas pelos próprios órgãos estaduais. Diante da persistente omissão dos responsáveis, o SENGE-PI adotará todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis, inclusive mediante representação junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ao Ministério Público Federal (MPF), para apuração das responsabilidades e garantia dos direitos dos trabalhadores atingidos. O SENGE-PI exige a imediata correção das informações enviadas à Receita Federal, a retransmissão dos dados corretos e a adoção de medidas que impeçam a repetição de fatos dessa natureza. Os trabalhadores da AGESPISA merecem respeito, transparência e responsabilidade por parte dos gestores públicos.

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Inovação e sustentabilidade impulsionam a construção civil do futuro

Docente fala como tecnologias verdes estão transformando a engenharia e a arquitetura rumo a construções mais eficientes e ambientalmente responsáveis O avanço das tecnologias sustentáveis e a adoção de novos materiais estão transformando a engenharia e a arquitetura no Brasil. De acordo com a professora de Engenharia Civil do Centro Universitário Braz Cubas, Debora Beatriz Santiago de Moraes, especialista em materiais e Geoprocessamento, o setor vive um momento decisivo rumo a construções mais leves, eficientes e ambientalmente responsáveis. Nos últimos anos, a construção civil tem incorporado uma série de inovações que vão desde sistemas construtivos industrializados até materiais sustentáveis, como concreto reciclado, tijolos ecológicos, madeira de reflorestamento e tintas de baixo teor de Compostos Orgânicos Voláteis (VOC – Volatile Organic Compounds). Tecnologias como impressão 3D, automação predial, soluções autossuficientes de energia e reuso de água também vêm ganhando espaço e devem se consolidar como tendências para 2026. “A eficiência energética precisa estar presente em todas as etapas da obra – desde a extração de recursos naturais até o uso inteligente do edifício. A construção sustentável começa no projeto e se completa com a gestão responsável de materiais e processos”, destaca a professora. A docente explica que a engenharia tem papel crucial na mitigação dos impactos ambientais. “A aplicação de tecnologias verdes permite reduzir impactos ambientais e avançar rumo à sustentabilidade, desde a escolha de materiais até o reuso de recursos e a adoção de soluções de baixo impacto, garantindo edificações mais eficientes e sustentáveis”, conta. As tecnologias emergentes também desempenham papel essencial nessa transição. Soluções como iluminação LED, sensores inteligentes, janelas de alto desempenho térmico, painéis fotovoltaicos, sistemas híbridos de energia eólica e métodos de captação e purificação de água da chuva ajudam a reduzir consumo, emissões e desperdícios. Além disso, resíduos podem ser reaproveitados na própria obra, sendo transformados em agregados para pavimentação, revestimentos e concreto sem função estrutural. A formação das novas gerações de engenheiros é outro ponto central nesse cenário. Segundo Debora, a educação é o caminho para quebrar tabus e preparar profissionais capazes de projetar com responsabilidade ambiental. “As instituições de ensino têm o papel de estimular o conhecimento técnico, incentivar pesquisas sobre materiais sustentáveis e apresentar aos alunos sistemas construtivos modernos e eficientes. É assim que formamos engenheiros preparados para os desafios ambientais contemporâneos”, afirma. A docente também ressalta que a colaboração entre arquitetos e engenheiros é essencial para garantir projetos mais eficientes. Decisões integradas, embasadas em conhecimento técnico e visão estratégica, permitem que soluções sustentáveis sejam aplicadas de forma mais assertiva, equilibrando desempenho, custo e impacto ambiental. Fonte: https://noticias.cruzeirodosuleducacional.edu.br/inovacao-e-sustentabilidade-impulsionam-a-construcao-civil-do-futuro/?utm_source=chatgpt.com

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Quase metade das obras fiscalizadas no Piauí tem indícios de irregularidade, aponta CREA-PI

Com 2.868 notificações em 2025, conselho identifica 45% dos casos ligados a exercício ilegal da profissão Com 2.868 notificações em 2025, conselho identifica 45% dos casos ligados a exercício ilegal da profissão Em 2025, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí registrou 2.868 notificações durante ações de fiscalização realizadas em todo o Estado. Os dados acendem um alerta: 1.280 ocorrências, o equivalente a cerca de 45% do total, apresentam indícios de exercício ilegal da profissão. As notificações envolvem, principalmente, situações em que obras e serviços de engenharia são executados sem responsável técnico habilitado ou por pessoas físicas e empresas sem registro regular no sistema profissional. Na prática, isso significa construções sem acompanhamento de engenheiro, projetos sem assinatura de profissional habilitado e serviços realizados sem respaldo legal. Segundo o conselho, aproximadamente 1.300 notificações estão relacionadas a casos classificados como “exercício ilegal”, quando não há engenheiro ou empresa devidamente registrada como responsável técnico. A ausência desse acompanhamento pode gerar sérios prejuízos. Ter um profissional habilitado à frente de uma obra é uma exigência legal e também uma medida de segurança. Sem acompanhamento técnico adequado, construções podem apresentar falhas estruturais, desperdício de material, problemas na execução e até risco de desabamento. O presidente do CREA-PI, Hércules Medeiros, destaca que a desinformação ainda é um dos principais obstáculos para que a população contrate profissionais regularizados. Ele explica que muitas pessoas recorrem apenas a indicações informais, sem verificar a habilitação técnica O presidente do CREA-PI, Hércules Medeiros “Muitas vezes a população tem dificuldade até de contratar, desconhece, pede indicações às pessoas. Essa falta de conhecimento, de conhecer profissionais, acaba prejudicando. É importante frisar que o Conselho de Engenharia trabalha buscando a proteção da sociedade”, disse o presidente do CREA-PI, Hércules Medeiros. Para enfrentar esse problema e ampliar a transparência, o conselho lançou uma plataforma digital que permite ao cidadão consultar se um profissional está apto a exercer a profissão. No site, é possível acessar uma seleção de profissionais com indicação das áreas de atuação e das cidades onde trabalham, além de visualizar currículos. De acordo com o CREA-PI, quando um profissional é selecionado pela população na plataforma, ele recebe uma mensagem com a solicitação de contato, facilitando a conexão direta entre cliente e engenheiro habilitado. A iniciativa busca reduzir o exercício ilegal da profissão e reforçar a segurança nas obras realizadas no Estado. Fonte: Portal A10+ http://.a10mais.com/noticias/geral/quase-metade-das-obras-fiscalizadas-no-piaui-tem-indicios-de-irregularidade-aponta-crea-pi-39917.html?utm_source=chatgpt.com

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Curso: IA na prática: Transforme sua carreira em engenharia com as tecnologias mais quentes de 2026

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica Universitária realiza o curso “IA na Prática: Transforme Sua Carreira em Engenharia com as Tecnologias Mais Quentes de 2026”, com o instrutor Gustavo Saraiva de Paula, empresário do setor. Gustavo Saraiva de Paula Fundador e Proprietário da Fireware Technologies (Fireware Tecnologia e Sistemas LTDA – CNPJ 50.388.009/0001-90). Desenvolvedor de software com sólida trajetória em tecnologia, atuando em projetos de grande impacto para instituições financeiras e empresas de destaque no Brasil. Possui formação acadêmica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e é graduando em Engenharia de Software em andamento, ambos na Universidade Positivo, com sólida experiência em desenvolvimento de sistemas e soluções digitais em empresas como: BRQ Digital Solutions (desenvolvimento do aplicativo PicPay Negócios e Empresas para o PicPay); Nova Tendência Informática (produtos de seguros e assistências para a Brasilseg / Banco do Brasil Seguros); Capgemini (implementação do PIX e ecossistema de pagamentos instantâneos para o Bradesco); Mobi7 Tecnologia em Mobilidade (sistemas de mobilidade e microsserviços). Atualmente, como empreendedor e especialista em tecnologia, combina experiência prática em grandes projetos com o entusiasmo por inovação, especialmente em Inteligência Artificial.  O curso terá um total de 16 horas, com 16 módulos, e entrega de certificado aos participantes. O objetivo é capacitar jovens engenheiros a usarem IA como diferencial competitivo na carreira, mostrando desde o impacto imediato até as tendências de ponta que estão redefinindo a engenharia e a indústria. A estrutura começa com módulos generalistas e motivacionais (foco em carreira, oportunidades e impacto real), para captar a atenção e mostrar o “porquê” da IA. Depois, avança para tópicos práticos e aplicados, e finalmente entra em áreas mais técnicas e quentes de 2026, como agentic AI, multi-agentes, IA multimodal, AI para engenharia, eficiência energética, ética & soberania, e aplicações verticais relevantes para engenharia (automação industrial, infraestrutura, energia etc). VALORES PARA O CURSO: *Deverá ser pago via pix ou em até 2X no cartão diretamente no setor de eventos do IEP.**Estudante universitário que se associar ao IEP, poderá abater 50% do valor da anuidade no valor do curso. ATENÇÃO: Especificações recomendadas para o custo: Mais informações em: https://iep.org.br/curso-ia-na-pratica-transforme-sua-carreira-em-engenharia-com-as-tecnologias-mais-quentes-de-2026/?utm_source=chatgpt.com

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