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Nova diretoria da Academia Piauiense de Engenharia toma posse na UFPI

Em cerimônia realizada no último dia 30 de abril, na Universidade Federal do Piauí (UFPI), tomou posse a nova diretoria da Academia Piauiense de Engenharia (APIENG), agora presidida pelo engenheiro José Borges de Araújo. A solenidade marcou a transição de gestão e contou com a presença de acadêmicos, autoridades e convidados. O ex-presidente, engenheiro Cleto Augusto Barata, realizou um breve balanço dos avanços obtidos pela instituição nos últimos três mandatos, destacando conquistas relevantes e o fortalecimento institucional da Academia. Em suas palavras, reiterou o compromisso com a valorização da engenharia piauiense e desejou pleno êxito à nova gestão. Ao assumir a presidência, o engenheiro José Borges enfatizou o compromisso com a continuidade e o aprimoramento das ações da APIENG. Entre suas metas, destacou o fortalecimento dos vínculos com universidades e instituições de ensino, a valorização dos membros da academia, além de um foco renovado na promoção da cultura técnica e na valorização histórica e contemporânea da engenharia no estado. A nova diretoria assume com o desafio de ampliar o papel da APIENG como espaço de reflexão, produção de conhecimento e contribuição para o desenvolvimento sustentável do Piauí por meio da engenharia.  

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GOVERNADOR E SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO RETOMAM ASSÉDIO MORAL, AMEAÇAS E PRESSÃO PSICOLÓGICA CONTRA TRABALHADORES DA AGESPISA

Ja nao bastasse a pressão e o assédio que vitimou 509 empregados da Agespisa, o SEC DE ADMINISTRAÇÃO que nada tem a ver com a AGESPISA, já que esta tem autonomia Administrativa e Financeira por ser uma empresa de Economia Mista, usa a mídia Piauiense como forma de assessoria de imprensa para AMEAÇAR os empregados Remanescentes da AGESPISA de demissões em massa. O Assédio Moral e pressão psicológica em cima dos empregados, o SECRETÁRIO afronta a Justiça e a legislação do Estado, quando esquece do ACT (DISSÍDIO)2024, transitado e julgado, garante estabilidade de emprego de todos os empregados até Dezembro de 2026, além de que a própria constituição garante isso pra empregados públicos, já que não podem ser demitidos. Não atenta também para a questão das LeiComplementar 83/2007 que no seu artigo 68 cria a ENGERPI, e pela lei orgânica do Estado 28/2022, que ratifica com o artigo do mesmo número 68 a garantia da locação na ENGERPI dos empregados das empresas extintas ou liquidadas, entre elas a AGESPISA de forma literal no texto. “A insana PREPOTÊNCIA de quem ocupa um cargo Passageiro leva a pessoas fracas, sem fé e ignorantes no saber, usar o PODER pra prejudicar trabalhadores e suas famílias. Além dos 507 empregados que se sentiram ameaçados e não suportaram a pressão e saíram no PDV, inicia essa semana os avisos prévios de aproximadamente 2 mil terceirizados que garantiam mesmo de forma precária por falta de estrutura, o abastecimento de água no Piaui. Agora a AMEAÇA de demissão de 300 pais e mães famílias que resistiram ao assédio moral, mesmo contra as Leis citadas. Se acham acima de tudo e de todos. Espero que a justiça dos homens, através do TRT e TST prevaleça… “ressalta o Eng. FLORENTINO FILHO, presidente do SENGE-PI

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SENGE-PI rebate ameaças de demissão dos empregados da AGESPISA pela secretaria de administração

O secretário de administração ameaçou em reportagem no portal cidade verde de demissão dos empregados da Agespisa que não aderiram o PDV. Segundo o secretário, 500 empregados aderiram ao PDV e os 200 que insistem em não deixar a empresa serão demitidos. Primeiramente ninguém insiste em não deixar a empresa. Somos empregados com estabilidade e nao aderimos o PDV, pois é um direito que nos assiste. Somos empregados que construímos o saneamento desse estado, lutando contra a investidas políticas que prejudicaram a empresa, e agora contra o projeto de extinção de políticos de última hora que nunca fizeram nada pelo Piauí. Para contrariar o Secretário de Administração, que nunca trabalhou pelo Piauí, o Senge informa que não ficaram apenas 200, mas 400 profissionais na empresa. Destes 69 sairão a pedidos já feitos, restando 330 pais de famílias que resistiram aos assédios morais e pressões psicológicas. Se não bastasse, agora são ameaçados pela Secretaria de Administração de demissões em massa, fora os 2000 terceirizados. Então vejamos: O Dissídio coletivo devidamente transitado e julgado no pleno do TRT garante estabilidade até 2026 do empregados da Agespisa. A AGESPISA é uma empresa de Economia mista com autonomia administrativa e financeira. Porque então o presidente da empresa tem ameaçado os empregados mas não procura defender a empresa? Mas o secretaria de administração que nada tem a ver com a empresa ameaça? Será a mando do Governador? Muitos dos empregados que pediram pra sair por pressões psicológicas, já demonstram vontade de buscar a justiça pra retorno por terem sido pressionados e forçados a sair. APOSTAMOS NA JUSTIÇA DO TRABALHO. Esse é o Governador do PT, Rafael FONTELES, nascido no berço do PT, que nos impressiona com ações de assédios morais e perseguição aos trabalhadores.

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