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Quanto mais tempo, maior o ganho — e maior o vínculo

A relação entre tempo de estrada e renda é clara: quem está há mais de dez anos no sistema tem 66% mais chance de estar no topo salarial. Já entre os profissionais com cinco a dez anos de registro, o salto é de 31%. O ponto de virada? Entre os 30 e 34 anos, faixa em que a maioria já ultrapassa a barreira dos cinco salários mínimos. Mesmo entre os jovens, os salários tendem a ser mais altos: são minoria os que ganham menos de dois salários mínimos. “Além de satisfeitos, os engenheiros têm renda muito acima da média nacional, e se sentem vocacionados a contribuir para a construção de projetos de impacto para o país”, destaca Felipe Nunes, CEO da Quaest. Além de bem pagos, os engenheiros estão empregados — e na área certa. O índice de ocupação é de 92%, ante 59% da média nacional. Mais: 78% atuam exatamente na área da formação. Em geologia, segurança do trabalho e engenharia civil, esse índice supera os 80%. A construção civil se mantém como a grande absorvedora da juventude técnica, principalmente para quem tem menos de 35 anos. Por outro lado, setores como energia, mineração e meio ambiente vêm perdendo apelo entre os mais novos. De CLT a empreendedor: a evolução do engenheiro No começo da carreira, a maioria entra no mercado via CLT — são 40% dos registrados. Mas o vínculo vai mudando com o tempo: entre os mais experientes, cresce o número de empresários, que já somam 20% do total. A virada acontece entre os 56 e 62 anos, justamente a faixa média de aposentadoria no Brasil. O setor público abriga 11%, enquanto outros profissionais migram para atividades correlatas, como ensino, vendas técnicas, consultoria e, com destaque, o agro. Mesmo fora da área de registro, o DNA técnico continua presente. Trabalho que vale a pena: propósito e confiança no futuro Não é só uma questão de salário: o senso de realização também está em alta. Dois a cada três engenheiros dizem estar satisfeitos com o mercado de trabalho — e 80% estão contentes com a própria qualidade de vida. A nota média de satisfação é 8, acima da registrada em outras categorias profissionais. As razões para tanto otimismo são variadas: 59% apontam o aquecimento do mercado, 55% dizem que sempre quiseram trabalhar na área e 50% se sentem reconhecidos. Do outro lado, apenas 28% se dizem insatisfeitos — em geral, pelos baixos salários no início da carreira ou pela falta de valorização. E o futuro parece promissor: 95% acreditam que sua profissão contribui para uma sociedade melhor e 79% recomendariam a carreira para as próximas gerações. A tecnologia, em vez de gerar medo, inspira confiança. Três em cada quatro entrevistados veem as inovações como aliadas — percepção ainda mais forte entre as mulheres. Apesar da crescente valorização dos profissionais internacionalizados, apenas 14% já atuaram fora do país, com destinos mais frequentes nos Estados Unidos, Alemanha, Argentina e França. Em um cenário de transformação, os dados do Confea mostram que a engenharia brasileira está se tornando mais jovem, mais diversa e mais conectada com as necessidades do país. O que antes era uma carreira concentrada e previsível, hoje se revela em múltiplas trajetórias, regiões e propósitos. Para os profissionais do setor, o futuro vem sendo construído com método, vocação e confiança. Fonte: Quem são os engenheiros do Brasil? Veja o que revela pesquisa inédita | Reportagens especiais | Exame

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Justiça suspende demissão de 300 servidores da Agespisa no PI que não aderiram a desligamento voluntário

Dívida de mais de R$250 milhões e abastecimento de quase 2 milhões de pessoas por dia: Entenda a atual situação da Agespisa — Foto: Jonas Carvalho / Clube News Segundo a decisão, desses 300 trabalhadores, 100 cumprem aviso prévio e os outros 200 estão com seus empregos ameaçados. A Justiça do Trabalho, através da 3ª Vara do Trabalho de Teresina, determinou no domingo (22) a suspensão da demissão de 300 servidores da Águas e Esgotos do Piauí (Agespisa) que não aderiram ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV). A decisão partiu de um pedido do Sindicado dos Trabalhadores nas Industrias Urbanas do Estado do Piauí (Sintepi) que representa os trabalhadores. Conforme a juíza do trabalho substituta Elisabeth Rodrigues, a situação de desemprego em massa influencia na economia local e interfere na sobrevivência dos empregados e suas famílias. Por isso determina a suspenção das demissões: No total, quase 600 servidores aderiram ao PDV, de acordo com Samuel Nascimento, secretário estadual de Administração. Os servidores, aposentados ou não, que optaram por se desligar voluntariamente do órgão preencheram um formulário e o enviaram à Agespisa. O plano prevê uma indenização correspondente a 12 vezes o valor do último salário, limitado ao teto máximo de R$ 300 mil. Por Lívia Ferreira, Lucas Pessoa, g1 PI, TV Clube 23/06/2025 16h19  Atualizado há 2 dias Justiça suspende demissão de 300 servidores da Agespisa no PI que não aderiram a desligamento voluntário | Piauí | G1

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4ª Solenidade de Honra ao Mérito da Engenharia Civil do Piauí

Vem aí uma noite especial para celebrar quem faz a Engenharia Civil do Piauí acontecer! No dia 20 de junho, a ABENC-PI promove a Solenidade de Honra ao Mérito da Engenharia Civil,um momento pra reconhecer, homenagear e valorizar os profissionais que deixam sua marca na nossa área. Anota aí:Dia: 20 de junho de 2025;Local: Seu Zé Gastobar – Teresina;Horário: A partir das 19h;Jantar por adesão (Interessados entrar em contato: (89 98809-9605 Luana Gomes). E não para por aí! No dia 21 de junho tem uma programação cheia de palestras e minicursos gratuitos nas faculdades de Teresina. Em breve traremos mais detalhes! Fique de olho e bora participar desse momento especial da nossa engenharia!

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Inteligência Artificial: Otimizando Projetos e Transformando o Futuro da Engenharia

A engenharia, em suas diversas vertentes, sempre foi sinônimo de inovação e busca por soluções eficientes para os desafios do mundo real. No cenário atual, uma ferramenta tecnológica em particular tem se destacado como um divisor de águas: a Inteligência Artificial (IA). Longe de ser uma mera tendência, a IA está se consolidando como um pilar fundamental na otimização de projetos e na redefinição do futuro da engenharia. Historicamente, o processo de engenharia envolvia cálculos complexos, análises extensas e decisões baseadas em experiência e dados limitados. Com a ascensão da IA, e em especial do Machine Learning (Aprendizado de Máquina) e do Deep Learning (Aprendizado Profundo), essa dinâmica está mudando radicalmente. A capacidade de processar e analisar vastas quantidades de dados em tempo recorde permite que engenheiros tomem decisões mais assertivas e baseadas em evidências. Como a IA está Otimizando Projetos Atualmente?Otimização de Design e Simulações: Algoritmos de IA podem explorar milhares de possibilidades de design em questão de segundos, identificando as configurações mais eficientes em termos de custo, material, desempenho e sustentabilidade. Em engenharia civil, por exemplo, a IA auxilia na análise estrutural e na previsão de falhas, enquanto na engenharia mecânica, ela otimiza o design de componentes para máxima performance e durabilidade. Automação de Tarefas Repetitivas e Complexas: Tarefas que antes demandavam horas de trabalho manual, como a análise de plantas arquitetônicas, a criação de modelos 3D ou a revisão de documentação, podem ser automatizadas pela IA. Isso libera os engenheiros para se concentrarem em atividades mais estratégicas e criativas. Manutenção Preditiva: A IA está revolucionando a gestão de ativos. Sensores acoplados a máquinas e estruturas (IoT – Internet das Coisas) coletam dados em tempo real. Algoritmos de IA analisam esses dados para prever quando a manutenção será necessária, evitando falhas inesperadas, minimizando o tempo de inatividade e prolongando a vida útil dos equipamentos. Gestão de Riscos e Tomada de Decisão: Através da análise de dados históricos e em tempo real, a IA pode identificar padrões e prever potenciais riscos em projetos, desde atrasos na entrega até problemas de segurança. Isso permite que as equipes de engenharia implementem planos de mitigação proativos. Controle de Qualidade: Em processos de manufatura e construção, a IA pode monitorar e inspecionar a qualidade dos materiais e da execução em tempo real, garantindo padrões elevados e reduzindo o retrabalho. O Futuro da Engenharia com a Inteligência Artificial O futuro da engenharia com a IA é promissor e desafiador. Veremos uma engenharia cada vez mais integrada e inteligente, onde sistemas autônomos trabalharão em conjunto com profissionais humanos. A Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA), combinadas com a IA, permitirão simulações ainda mais imersivas e colaborativas, enquanto o Building Information Modeling (BIM) se tornará ainda mais poderoso com a capacidade analítica da IA. No entanto, a adoção da IA na engenharia não é isenta de desafios. A necessidade de profissionais qualificados que compreendam tanto os princípios da engenharia quanto as nuances da IA é crescente. Além disso, questões éticas e de privacidade de dados precisarão ser cuidadosamente gerenciadas. Em suma, a Inteligência Artificial não é apenas uma ferramenta; é uma parceira estratégica que está redefinindo os limites do que é possível na engenharia. Aqueles que abraçarem essa revolução tecnológica estarão não apenas otimizando seus projetos atuais, mas também moldando o futuro de uma profissão vital para o progresso da sociedade.

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 Ensino de engenharia deve ser 100% presencial

Murilo Pinheiro 27/05/2025 Regras anunciadas pelo Ministério da Educação permitem que os cursos de graduação da área tenham até 60% de aulas a distância. Trata-se de um equívoco para uma profissão que é técnica, regulamentada e essencial ao bem-estar da população. Garantir que essas premissas sejam respeitadas é essencial para que haja boas soluções tecnológicas, otimização de recursos, preservação ambiental e, claro, segurança e bem-estar à população. Fica fácil compreender a exigência ao se imaginar a construção de edifícios,pontes e viadutos, projetos de usinas elétricas, mobilidade e saneamento,desenvolvimento de equipamentos diversos – inclusive hospitalares – a cargode pessoas sem a qualificação necessária. E esses são apenas algunsexemplos do trabalho dos engenheiros, que está presente em tudo ao nosso redor. Diante disso, é imperativo garantir formação de excelência a esses profissionais, com sólido conhecimento teórico das ciências básicas, mas também atividades práticas relevantes voltadas à sua preparação para o mercado de trabalho e os desafios reais do desenvolvimento. Ou seja, as atuais regras previstas no Decreto 12.456 e na Portaria 378, ambos de 19 de maio, não contemplam as necessidades vitais da graduação emengenharia, que precisa ser 100% presencial. A normativa estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC) coloca a engenharia numa categoria classificada como semipresencial que permite até 60% de aulas a distância, com a obrigatoriedade de que 20% sejam síncronas e mediadas – mas ainda assim online. Restam apenas 40% de atividades realmente presenciais para cursos de enorme complexidade, necessidade premente de experimentação e acompanhamento efetivo da aprendizagem. Há quase duas décadas, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e seus sindicatos filiados vêm reivindicando mais e melhores engenheiros para oBrasil. Juntamente com as bandeiras de luta pela valorização da categoria, o que se defende é que o País disponha dessa mão de obra essencial para fazerfrente aos desafios de hoje e do futuro. O tema está presente no projeto “Cresce Brasil + Engenharia +Desenvolvimento” desde o seu lançamento, em 2006, e segue como umapreocupação constante das nossas entidades, indo além das questõescorporativas. É do interesse dos profissionais e das suas entidades representativas que aformação em engenharia tenha a qualidade necessária, mas também dasociedade como um todo. Não é possível, portanto, considerar satisfatória a decisão do MEC para o tema. É preciso fazer ver ao governo, ao Conselho Nacional de Educação eaos demais órgãos envolvidos com o ensino superior a urgência em rever tais regras. Essa discussão é fundamental e precisa ser travada de forma séria, transparente e comprometida com o interesse público.  Murilo Pinheiro – Presidente Fonte: FNE – Palavra do Murilo – Ensino de engenharia deve ser 100% presencial

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NOTA DE REPÚDIO À DEMISSÃO EM MASSA DE 300 EMPREGADOS DA AGESPISA

O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí (SENGE-PI), vem a público manifestar seu REPÚDIO à ação do Governador do Piauí – RAFAEL FONTELES, do Partido dos Trabalhadores – PT, que determinou a demissão em massa de 300 empregados da AGESPISA. Há de se ressaltar que o Governador Rafael FONTELES, do PT,  rasgando o programa do partido em defesa do trabalhador, iniciou  pressões psicológicas e assédios contra os empregados da AGESPISA para que esses aderissem a um PDV esdrúxulo que não atende as necessidades das famílias afetadas. De 900 empregados, os 300 que resistiram à pressão e se mantiveram no emprego, no dia 20/05/2025, receberam os avisos prévios, DESRESPEITANDO A JUSTIÇA DO TRABALHO, negando as estabilidades específicas no acórdão do dissídio 2024/ 2026 já transitado e julgado pelo TST, sem mais direito a recursos, além de DESCUMPRIR o que determinam as leis estaduais, Lei Complementar 83/2007 e Lei Orgânica do Estado nº 28/2022, que respectivamente criam a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí – EMGERPI e garantem que  sejam alocadas nela os empregados das empresas extintas ou liquidadas, citando literalmente a AGESPISA. É UMA AÇÃO ILEGAL, IRRESPONSÁVEL, DESUMANA O desespero dos pais de família desde dezembro de 2024 quando se iniciou esse processo denota a insanidade do ato que agora se completa. Nesse ATO de REPÚDIO AO GOVERNADOR DO PIAUÍ RAFAEL FONTELES, DO PT, acrescentamos  o alerta e a nossa confiança na JUSTIÇA DO  TRABALHO para que barre tamanha INSANIDADE E MALDADE como os  trabalhadores da AGESPISA e suas famílias. SÃO  ANOS DE TRABALHO  DEDICADOS AO SANEAMENTO DO PIAUÍ COM COMPETÊNCIA, SERIEDADE e HONESTIDADE.

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Contecc 2025: inscrições abertas até 31 de julho. Participe!

Estão abertas as inscrições para o Contecc 2025 – Congresso Técnico-Científico da Engenharia e da Agronomia. O evento, que integra a programação oficial da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), é uma vitrine para estudantes, professores e profissionais que atuam nas áreas de engenharia, agronomia e geociências. Com o objetivo de fomentar a produção científica e técnica, o Contecc promove um ambiente único de troca de experiências, inovação e atualização profissional. A programação contará com apresentações de trabalhos técnico-científicos, minicursos, conferências e palestras de especialistas de renome nacional, abordando temas atuais e estratégicos para o desenvolvimento do país. As submissões devem ser feitas exclusivamente pela página oficial do evento: http://contecc.confea.org.br. Não serão aceitos trabalhos enviados por e-mail ou por qualquer outro canal. O prazo para envio de trabalhos e banners termina às 23h59 do dia 31 de julho de 2025. TemáticaOs trabalhos e banners inscritos serão avaliados e selecionados por comissões científicas compostas por professores, pesquisadores ou profissionais experientes que observarão, dentre outros critérios, a adequação à temática da modalidade, a originalidade da abordagem, a clareza da exposição com adequação ao tema da 80ª Soea: “Engenharia, agronomia, geociências, sustentabilidade e transformação digital: projetando caminhos para o futuro do Brasil”. Também será analisada a aplicabilidade do projeto, evidenciando as boas práticas e soluções para problemas de engenharia, agronomia e geociências e o seu alcance econômico, social, ambiental ou estratégico. Seleção e apresentaçãoOs trabalhos selecionados serão divulgados até 1º de setembro. Os aprovados serão apresentados em banner virtual no Contecc. Desses, 24 serão selecionados para apresentação oral, que será feita pelo primeiro autor ou por um dos coautores, de forma presencial, no dia 9 de outubro, durante a Soea, em Vitória (ES). ParticipeO Contecc se consolidou como um dos principais espaços de divulgação científica do Sistema Confea/Crea e Mútua, sendo uma excelente oportunidade para dar visibilidade a pesquisas, projetos inovadores e soluções práticas voltadas aos desafios da área tecnológica. Garanta sua participação e mostre o potencial transformador do seu trabalho! Confira o regulamento da edição de 2025:  NORMAS EDITAL Fonte: https://www.confea.org.br/contecc-2025-inscricoes-abertas-ate-31-de-julho-participe

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Sistema Confea/Crea lança Mapeamento Nacional de Fiscalização

Foi lançado na quarta-feira (7) o Mapeamento Nacional de Fiscalização, iniciativa inédita conduzida pelo Confea em parceria com os Creas e com o apoio das coordenadorias de câmaras especializadas de todas as modalidades. A ação integra o Plano de Metas Finalísticas (PMF) para o triênio 2025-2027. A meta é que todos os Creas fomentem diariamente uma base de dados padronizada com estatísticas das ações de fiscalização. Esse banco de dados permitirá análises mais precisas, subsidiando decisões estratégicas e garantindo que apenas profissionais habilitados estejam à frente de atividades técnicas em todo o país. Vinicius Marchese Para o presidente do Confea, eng. telecom. Vinicius Marchese, a iniciativa reforça a integração do Sistema Confea/Crea e a uniformização do tratamento dos dados. “Esse mapeamento só é possível porque estamos agindo como um Sistema de fato, com a participação direta das coordenadorias nacionais e dos coordenadores regionais. Acompanhar a evolução da fiscalização em cada Crea exige esse esforço conjunto, alinhado e integrado”, destacou.  Igor de Mendonça Fernandes O gerente de Relações com o Profissional e Fiscalização do Confea, eng. mec. Igor de Mendonça Fernandes, detalhou que o projeto teve início com um piloto na área da Coordenadoria Nacional da Câmara de Engenharia Civil. Todos os Creas foram convidados a contribuir com dados padronizados, e a expectativa é que, em breve, o sistema abranja todas as modalidades e atividades fiscalizadas pelos Regionais. “A nova ferramenta permite que os coordenadores das câmaras especializadas e os gestores de fiscalização realizem análises mais detalhadas dos resultados, segmentadas por modalidade e por Crea. Isso contribui significativamente para o alcance dos objetivos, promovendo mais eficiência, precisão e direcionamento estratégico nas ações de fiscalização”, explicou. Fernandes também destacou o protagonismo do coordenador nacional da Câmara de Engenharia Civil, eng. civ. Daniel Diniz, que iniciou o levantamento de dados com base nas demandas da modalidade. “Junto com a câmara, elaboramos uma estratégia para mapear e obter informações mais precisas sobre como está sendo realizada a fiscalização nos Creas. O objetivo é identificar quais ações são mais assertivas e, a partir disso, orientar os Regionais sobre como aprimorar suas abordagens, inclusive no atendimento às demandas do Confea e às exigências do Tribunal de Contas da União (TCU)”, afirmou Diniz. Daniel Diniz Segundo o coordenador, com o mapeamento, será possível visualizar o desempenho da fiscalização em cada regional e modalidade de forma pontual, permitindo ajustes estratégicos. “A iniciativa fortalece a atuação do Sistema como um todo, promovendo a fiscalização de todas as áreas e garantindo que profissionais habilitados estejam à frente das atividades técnicas — o que contribui diretamente para a segurança da sociedade”, completou. Alexandre Borsato O assessor da Presidência, Alexandre Borsato, que também participa da iniciativa, reforçou a importância de uma atuação fiscalizatória orientada por dados. “Com base nesse mapeamento, será possível tornar as ações mais eficientes e inteligentes, aplicando, na prática, a máxima de ‘fazer mais com menos’ — com resultados mais concretos e perceptíveis para a sociedade”, afirmou. Borsato acrescentou que esse tipo de ação fortalece o papel do Confea como coordenador das atividades de fiscalização, conforme previsto pelo TCU. “A unidade de ação, preconizada no art. 24 da Lei 5.194/1966, deve sempre ser perseguida. Ações de integração, padronização e divulgação de seus resultados certamente caminham nesse sentido e trarão melhorias exponenciais ao Sistema.” Fernanda Pimentel e Julianna CuradoEquipe de Comunicação do Confea Fonte: https://www.confea.org.br/sistema-confeacrea-lanca-mapeamento-nacional-de-fiscalizacao

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Quais as engenharias mais promissoras e em alta no mercado para 2025?

O cenário para as engenharias em 2025 promete ser dinâmico e cheio de oportunidades, refletindo avanços tecnológicos, desafios ambientais e mudanças nas demandas sociais e econômicas. Engenheiros que desejam se destacar precisam não apenas dominar as habilidades técnicas, mas também desenvolver competências comportamentais e uma visão estratégica para atuar em mercados cada vez mais competitivos. Saiba mais no artigo a seguir, do Engenharia 360! A importância da engenharia no futuro A engenharia é uma das profissões mais versáteis e essenciais na sociedade moderna. Desde a construção de infraestruturas até o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, os engenheiros desempenham um papel crucial no progresso econômico e social. À medida que o mundo enfrenta desafios como mudanças climáticas, urbanização crescente e a necessidade de tecnologias sustentáveis, a importância dos engenheiros se torna ainda mais evidente. O que esperar do mercado de trabalho em 2025? As previsões para o mercado de trabalho em 2025 indicam um crescimento significativo na demanda por profissionais de engenharia. De acordo com especialistas, a recuperação econômica e o aumento do consumo impulsionarão a necessidade de talentos qualificados. A consultoria Robert Half destaca que o índice de desemprego entre engenheiros está próximo do “pleno emprego”, com uma taxa de desocupação em torno de 3,5% para profissionais com ensino superior. Isso significa que as oportunidades estão se expandindo rapidamente. Principais áreas da engenharia em alta para 2025 Vamos analisar as áreas específicas da engenharia que prometem ser as mais procuradas nos próximos anos. 1. Engenharia Civil A Engenharia Civil segue como uma das áreas mais sólidas e indispensáveis. Em 2025, a demanda por profissionais capacitados para projetar, gerenciar e executar grandes obras, como edifícios, pontes, estradas e aeroportos, continuará alta. Com um mercado aquecido e constante modernização de processos, a Engenharia Civil será essencial para sustentar o crescimento urbano e econômico. Imagem gerada em IA de Freepik 2. Engenharia Mecânica A Engenharia Mecânica se destaca pelo desenvolvimento de máquinas, motores e sistemas que impulsionam a produção industrial e a locomoção. A área é estratégica para setores como automotivo, aeronáutico e geração de energia. Com especializações em Engenharia de Controle e Automação, os profissionais poderão contribuir significativamente para indústrias que buscam reduzir custos e aumentar a produtividade. Imagem gerada em IA de Freepik 3. Engenharia Elétrica A transição para matrizes energéticas sustentáveis coloca a Engenharia Elétrica em posição de destaque. Profissionais desse campo são responsáveis por projetos que vão desde circuitos elétricos até a geração e transmissão de energia. A crescente demanda por eletrificação reforça a relevância do setor no combate às mudanças climáticas e na melhoria da eficiência energética. 4. Engenharia Ambiental A preocupação com o meio ambiente e a necessidade de cumprir legislações ambientais rigorosas tornam a Engenharia Ambiental indispensável. Com empresas cada vez mais conscientes do impacto ambiental, engenheiros ambientais desempenharão papéis cruciais na criação de soluções sustentáveis. 5. Engenharia de Segurança do Trabalho A segurança no ambiente de trabalho é uma prioridade crescente, e a Engenharia de Segurança do Trabalho oferece boas perspectivas salariais e alta empregabilidade. A obrigatoriedade legal de contratação de profissionais da área torna esta engenharia uma opção extremamente promissora. Imagem gerada em IA de Freepik Outras áreas em destaque Além das engenharias tradicionais, outras áreas vêm ganhando espaço: Automação e Robótica: Setores industriais cada vez mais dependem de soluções tecnológicas avançadas. Logística e Supply Chain: A integração de tecnologias como inteligência artificial e big data tem revolucionado a cadeia de suprimentos. Engenharia de Aplicação e Vendas: A conexão entre desenvolvimento de produtos e necessidades de mercado está em alta. Habilidades essenciais para 2025 Além das habilidades técnicas, as empresas buscam profissionais com competências comportamentais: Essas habilidades ajudam os engenheiros a interagir efetivamente com suas equipes e enfrentar desafios complexos. Imagem gerada em IA de Freepik Perspectivas salariais para 2025 As perspectivas salariais também são atraentes nas áreas mencionadas. Aqui estão algumas estimativas: Diretor(a) de Operações Gerente de Logística Gerente de Vendas Técnicas Engenheiro(a) de Aplicação/Vendas Esses números refletem não apenas a demanda por esses cargos, mas também a valorização dos profissionais qualificados no mercado. Imagem gerada em IA de Freepik Enfim, com um mercado aquecido e em constante evolução, as engenharias mais promissoras para 2025 abrangem áreas essenciais para o desenvolvimento sustentável e tecnológico. Engenheiros que investirem em especializações e habilidades inovadoras estarão prontos para aproveitar as oportunidades desse cenário promissor. Fonte: https://engenharia360.com/engenharia-de-producao-e-a-economia-brasileira/

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