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SENGE -PI emite nota de apoio à Plenária do CREA em desagravo a NOTAS DE REPÚDIOS referente à Renovação do terço.

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Piauí (SENGE-PI), entidade representativa da categoria profissional dos engenheiros, vem a público manifestar seu apoio institucional ao CREA-PI pela condução da Plenária Extraordinária nº 92/2025, diante das recentes manifestações de repúdio divulgadas por outras entidades de classe. SENGE-PI reconhece e reafirma que o CREA-PI é a instância máxima de deliberação e representação do Sistema Confea/Crea em nosso Estado, e que suas decisões devem ser respeitadas, sempre pautadas pelo regimento interno, pela legislação vigente e pela soberania do plenário. Entendemos que divergências e questionamentos fazem parte do processo democrático, mas não podem ser transformados em ataques que fragilizam a imagem e a legitimidade do Conselho perante a sociedade e os profissionais da engenharia, agronomia e geociências. O CREA-PI tem histórico de avanços na publicidade de seus atos, na modernização de seus processos e na valorização dos profissionais registrados, conquistas que devem ser preservadas e fortalecidas com diálogo, responsabilidade e espírito colaborativo entre todas as entidades de classe. Dessa forma, manifestamos nossa confiança na lisura e no compromisso institucional do CREA-PI, conclamando as entidades representativas a atuarem de forma propositiva e construtiva, em favor da valorização da profissão e do interesse público, evitando desgastes que apenas prejudicam a categoria como um todo. SENGE -PI emite nota de apoio à Plenária do CREA em desagravo a NOTAS DE REPÚDIOS referente à Renovação do terço.

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GOVERNO DO PIAUÍ MANTÉM ASSÉDIO MORAL E PERSEGUIÇÃO COM EMPREGADOS DA AGESPISA

GOVERNO DO PIAUÍ MANTÉM ASSÉDIO MORAL E PERSEGUIÇÃO COM EMPREGADOS DA AGESPISANÃO PAGA OS SALÁRIOS DE JULHO E OS SUBMETEM A TRABALHAR EM ÁREAS INSALUBRES. O Governo do Estado do Piauí, na sua insanidade de perseguir, assediar os empregados da Agespisa com o fim de força-los a aceitar demissões voluntárias que não atendem as espectativas, agora passa dos limites. Enquanto paga os salários de todo o Estado, deixa os pais e mães de famílias da AGESPISA até o momento sem salários e sem previsão de pagamento. Ademais, os prédios da empresa não tem mais serviços de limpeza, submetendo os trabalhadores a áreas insalubres que se supõe analogia a trabalho escravo. Há de se ressaltar que quando optou por privatizar as concessões o Estado assumiu os passivos da Agespisa, inclusive os empregados, portanto com as responsabilidades trabalhistas. “Não há dúvidas que esse processo maldoso de deixar os empregados sem salários e em local altamente insalubre, sem limpeza de áreas e banheiros, demonstra um processo de ASSÉDIO MORAL gravíssimo com o fim de desestabilizar o emocional dos empregados para atingir o objetivo de força-los a pedir demissões. Precisamos que o Ministério Público do Trabalho investigue tais fatos com urgência para tomar as providências contra o Estado e os Gestores da Agespisa”, ressaltou o Eng Florentino Filho, presidente do SENGE-PI. Hoje os empregados se reuniram no auditório com o Sindicato dos URBANITARIOS e com o Sindicato dos Engenheiros para buscar as providências contra mais esse fato deprimente do Governo do Estado.

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O que é Engenharia MEP e por que ela é essencial na construção civil?

Quando pensamos em como as edificações são construídas, logo lembramos das estruturas de paredes, pilares, vigas e lajes. Mas já parou para pensar sobre o que faz os espaços que habitamos serem mais confortáveis, dinâmicos e funcionais? Saiba que tudo isso tem a ver com uma rede de sistemas que garante o nosso bem-estar e a operacionalidade dessas áreas no design. Estamos falando da Engenharia MEP, uma disciplina da engenharia crucial para as obras de construção civil. Saiba mais sobre ela no artigo a seguir, do Engenharia 360! Os três pilares da Engenharia MEP Agora já sabemos que a Engenharia MEP é uma área fundamental na construção civil. Mas quer saber o que ela significa, de fato? Pois bem, a sigla MEP representa os três pilares fundamentais que sustentam a habilidade e funcionalidades de qualquer edificação, no inglês, ‘Mecânica, Elétrica e Hidráulica‘. Então, quando você ouvir falar sobre engenheiros MEP são aqueles profissionais que lidam com os tais “sistemas invisíveis” das obras – as tais engrenagens que tornam os edifícios mais seguros, confortáveis e eficientes. Entendeu? Além desses campos, são analisados aspectos de sustentabilidade e eficiência energética das edificações, de modo a reduzir custos operacionais e impactos ambientais. A relação revit e BIM no contexto da Engenharia MEP BIM é mais uma expressão que vem do inglês; ela significa ‘Building Information Modeling’. Trata-se de uma metodologia de trabalho empregada na engenharia para criação de modelos tridimensionais integrados de um edifício, incluindo arquitetura, estrutura e sistemas de Engenharia MEP. Na prática, quando trabalhado em um software, como o Revit, funciona como uma plataforma unificada em que todos os profissionais envolvidos na construção podem trabalhar de forma colaborativa, acessando as informações de um projeto em tempo real. Isso inclui simulações e análise de todo o ciclo de vida do edifício, desde a sua concepção até a construção e operação. Qual a vantagem disso? Possibilidade de detecção precoce de conflitos no projeto, redução de erros, economia de tempo e diluição dos custos durante a construção. Além disso, o BIM facilita o gerenciamento das instalações após a conclusão da obra, otimizando a manutenção e as operações do edifício. O trabalho dos engenheiros MEP com BIM Quanto à Engenharia MEP, podemos concluir que ela é como um subconjunto do BIM, correto? Ou melhor dizendo, trata-se de um conjunto específico de elementos dentro do modelo BIM. Traduzindo, enquanto o BIM abrange a totalidade das informações do edifício, a Engenharia MEP se concentra no projeto técnico e na operação desses sistemas cruciais. Mas, como dissemos antes, os engenheiros MEP vão utilizar ferramentas BIM para criar seus modelos detalhados de sistemas MEP. Fonte: Engenharia MEP com Revit e BIM: A Revolução na Construção

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Quanto mais tempo, maior o ganho — e maior o vínculo

A relação entre tempo de estrada e renda é clara: quem está há mais de dez anos no sistema tem 66% mais chance de estar no topo salarial. Já entre os profissionais com cinco a dez anos de registro, o salto é de 31%. O ponto de virada? Entre os 30 e 34 anos, faixa em que a maioria já ultrapassa a barreira dos cinco salários mínimos. Mesmo entre os jovens, os salários tendem a ser mais altos: são minoria os que ganham menos de dois salários mínimos. “Além de satisfeitos, os engenheiros têm renda muito acima da média nacional, e se sentem vocacionados a contribuir para a construção de projetos de impacto para o país”, destaca Felipe Nunes, CEO da Quaest. Além de bem pagos, os engenheiros estão empregados — e na área certa. O índice de ocupação é de 92%, ante 59% da média nacional. Mais: 78% atuam exatamente na área da formação. Em geologia, segurança do trabalho e engenharia civil, esse índice supera os 80%. A construção civil se mantém como a grande absorvedora da juventude técnica, principalmente para quem tem menos de 35 anos. Por outro lado, setores como energia, mineração e meio ambiente vêm perdendo apelo entre os mais novos. De CLT a empreendedor: a evolução do engenheiro No começo da carreira, a maioria entra no mercado via CLT — são 40% dos registrados. Mas o vínculo vai mudando com o tempo: entre os mais experientes, cresce o número de empresários, que já somam 20% do total. A virada acontece entre os 56 e 62 anos, justamente a faixa média de aposentadoria no Brasil. O setor público abriga 11%, enquanto outros profissionais migram para atividades correlatas, como ensino, vendas técnicas, consultoria e, com destaque, o agro. Mesmo fora da área de registro, o DNA técnico continua presente. Trabalho que vale a pena: propósito e confiança no futuro Não é só uma questão de salário: o senso de realização também está em alta. Dois a cada três engenheiros dizem estar satisfeitos com o mercado de trabalho — e 80% estão contentes com a própria qualidade de vida. A nota média de satisfação é 8, acima da registrada em outras categorias profissionais. As razões para tanto otimismo são variadas: 59% apontam o aquecimento do mercado, 55% dizem que sempre quiseram trabalhar na área e 50% se sentem reconhecidos. Do outro lado, apenas 28% se dizem insatisfeitos — em geral, pelos baixos salários no início da carreira ou pela falta de valorização. E o futuro parece promissor: 95% acreditam que sua profissão contribui para uma sociedade melhor e 79% recomendariam a carreira para as próximas gerações. A tecnologia, em vez de gerar medo, inspira confiança. Três em cada quatro entrevistados veem as inovações como aliadas — percepção ainda mais forte entre as mulheres. Apesar da crescente valorização dos profissionais internacionalizados, apenas 14% já atuaram fora do país, com destinos mais frequentes nos Estados Unidos, Alemanha, Argentina e França. Em um cenário de transformação, os dados do Confea mostram que a engenharia brasileira está se tornando mais jovem, mais diversa e mais conectada com as necessidades do país. O que antes era uma carreira concentrada e previsível, hoje se revela em múltiplas trajetórias, regiões e propósitos. Para os profissionais do setor, o futuro vem sendo construído com método, vocação e confiança. Fonte: Quem são os engenheiros do Brasil? Veja o que revela pesquisa inédita | Reportagens especiais | Exame

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Justiça suspende demissão de 300 servidores da Agespisa no PI que não aderiram a desligamento voluntário

Dívida de mais de R$250 milhões e abastecimento de quase 2 milhões de pessoas por dia: Entenda a atual situação da Agespisa — Foto: Jonas Carvalho / Clube News Segundo a decisão, desses 300 trabalhadores, 100 cumprem aviso prévio e os outros 200 estão com seus empregos ameaçados. A Justiça do Trabalho, através da 3ª Vara do Trabalho de Teresina, determinou no domingo (22) a suspensão da demissão de 300 servidores da Águas e Esgotos do Piauí (Agespisa) que não aderiram ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV). A decisão partiu de um pedido do Sindicado dos Trabalhadores nas Industrias Urbanas do Estado do Piauí (Sintepi) que representa os trabalhadores. Conforme a juíza do trabalho substituta Elisabeth Rodrigues, a situação de desemprego em massa influencia na economia local e interfere na sobrevivência dos empregados e suas famílias. Por isso determina a suspenção das demissões: No total, quase 600 servidores aderiram ao PDV, de acordo com Samuel Nascimento, secretário estadual de Administração. Os servidores, aposentados ou não, que optaram por se desligar voluntariamente do órgão preencheram um formulário e o enviaram à Agespisa. O plano prevê uma indenização correspondente a 12 vezes o valor do último salário, limitado ao teto máximo de R$ 300 mil. Por Lívia Ferreira, Lucas Pessoa, g1 PI, TV Clube 23/06/2025 16h19  Atualizado há 2 dias Justiça suspende demissão de 300 servidores da Agespisa no PI que não aderiram a desligamento voluntário | Piauí | G1

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4ª Solenidade de Honra ao Mérito da Engenharia Civil do Piauí

Vem aí uma noite especial para celebrar quem faz a Engenharia Civil do Piauí acontecer! No dia 20 de junho, a ABENC-PI promove a Solenidade de Honra ao Mérito da Engenharia Civil,um momento pra reconhecer, homenagear e valorizar os profissionais que deixam sua marca na nossa área. Anota aí:Dia: 20 de junho de 2025;Local: Seu Zé Gastobar – Teresina;Horário: A partir das 19h;Jantar por adesão (Interessados entrar em contato: (89 98809-9605 Luana Gomes). E não para por aí! No dia 21 de junho tem uma programação cheia de palestras e minicursos gratuitos nas faculdades de Teresina. Em breve traremos mais detalhes! Fique de olho e bora participar desse momento especial da nossa engenharia!

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Inteligência Artificial: Otimizando Projetos e Transformando o Futuro da Engenharia

A engenharia, em suas diversas vertentes, sempre foi sinônimo de inovação e busca por soluções eficientes para os desafios do mundo real. No cenário atual, uma ferramenta tecnológica em particular tem se destacado como um divisor de águas: a Inteligência Artificial (IA). Longe de ser uma mera tendência, a IA está se consolidando como um pilar fundamental na otimização de projetos e na redefinição do futuro da engenharia. Historicamente, o processo de engenharia envolvia cálculos complexos, análises extensas e decisões baseadas em experiência e dados limitados. Com a ascensão da IA, e em especial do Machine Learning (Aprendizado de Máquina) e do Deep Learning (Aprendizado Profundo), essa dinâmica está mudando radicalmente. A capacidade de processar e analisar vastas quantidades de dados em tempo recorde permite que engenheiros tomem decisões mais assertivas e baseadas em evidências. Como a IA está Otimizando Projetos Atualmente?Otimização de Design e Simulações: Algoritmos de IA podem explorar milhares de possibilidades de design em questão de segundos, identificando as configurações mais eficientes em termos de custo, material, desempenho e sustentabilidade. Em engenharia civil, por exemplo, a IA auxilia na análise estrutural e na previsão de falhas, enquanto na engenharia mecânica, ela otimiza o design de componentes para máxima performance e durabilidade. Automação de Tarefas Repetitivas e Complexas: Tarefas que antes demandavam horas de trabalho manual, como a análise de plantas arquitetônicas, a criação de modelos 3D ou a revisão de documentação, podem ser automatizadas pela IA. Isso libera os engenheiros para se concentrarem em atividades mais estratégicas e criativas. Manutenção Preditiva: A IA está revolucionando a gestão de ativos. Sensores acoplados a máquinas e estruturas (IoT – Internet das Coisas) coletam dados em tempo real. Algoritmos de IA analisam esses dados para prever quando a manutenção será necessária, evitando falhas inesperadas, minimizando o tempo de inatividade e prolongando a vida útil dos equipamentos. Gestão de Riscos e Tomada de Decisão: Através da análise de dados históricos e em tempo real, a IA pode identificar padrões e prever potenciais riscos em projetos, desde atrasos na entrega até problemas de segurança. Isso permite que as equipes de engenharia implementem planos de mitigação proativos. Controle de Qualidade: Em processos de manufatura e construção, a IA pode monitorar e inspecionar a qualidade dos materiais e da execução em tempo real, garantindo padrões elevados e reduzindo o retrabalho. O Futuro da Engenharia com a Inteligência Artificial O futuro da engenharia com a IA é promissor e desafiador. Veremos uma engenharia cada vez mais integrada e inteligente, onde sistemas autônomos trabalharão em conjunto com profissionais humanos. A Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA), combinadas com a IA, permitirão simulações ainda mais imersivas e colaborativas, enquanto o Building Information Modeling (BIM) se tornará ainda mais poderoso com a capacidade analítica da IA. No entanto, a adoção da IA na engenharia não é isenta de desafios. A necessidade de profissionais qualificados que compreendam tanto os princípios da engenharia quanto as nuances da IA é crescente. Além disso, questões éticas e de privacidade de dados precisarão ser cuidadosamente gerenciadas. Em suma, a Inteligência Artificial não é apenas uma ferramenta; é uma parceira estratégica que está redefinindo os limites do que é possível na engenharia. Aqueles que abraçarem essa revolução tecnológica estarão não apenas otimizando seus projetos atuais, mas também moldando o futuro de uma profissão vital para o progresso da sociedade.

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 Ensino de engenharia deve ser 100% presencial

Murilo Pinheiro 27/05/2025 Regras anunciadas pelo Ministério da Educação permitem que os cursos de graduação da área tenham até 60% de aulas a distância. Trata-se de um equívoco para uma profissão que é técnica, regulamentada e essencial ao bem-estar da população. Garantir que essas premissas sejam respeitadas é essencial para que haja boas soluções tecnológicas, otimização de recursos, preservação ambiental e, claro, segurança e bem-estar à população. Fica fácil compreender a exigência ao se imaginar a construção de edifícios,pontes e viadutos, projetos de usinas elétricas, mobilidade e saneamento,desenvolvimento de equipamentos diversos – inclusive hospitalares – a cargode pessoas sem a qualificação necessária. E esses são apenas algunsexemplos do trabalho dos engenheiros, que está presente em tudo ao nosso redor. Diante disso, é imperativo garantir formação de excelência a esses profissionais, com sólido conhecimento teórico das ciências básicas, mas também atividades práticas relevantes voltadas à sua preparação para o mercado de trabalho e os desafios reais do desenvolvimento. Ou seja, as atuais regras previstas no Decreto 12.456 e na Portaria 378, ambos de 19 de maio, não contemplam as necessidades vitais da graduação emengenharia, que precisa ser 100% presencial. A normativa estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC) coloca a engenharia numa categoria classificada como semipresencial que permite até 60% de aulas a distância, com a obrigatoriedade de que 20% sejam síncronas e mediadas – mas ainda assim online. Restam apenas 40% de atividades realmente presenciais para cursos de enorme complexidade, necessidade premente de experimentação e acompanhamento efetivo da aprendizagem. Há quase duas décadas, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e seus sindicatos filiados vêm reivindicando mais e melhores engenheiros para oBrasil. Juntamente com as bandeiras de luta pela valorização da categoria, o que se defende é que o País disponha dessa mão de obra essencial para fazerfrente aos desafios de hoje e do futuro. O tema está presente no projeto “Cresce Brasil + Engenharia +Desenvolvimento” desde o seu lançamento, em 2006, e segue como umapreocupação constante das nossas entidades, indo além das questõescorporativas. É do interesse dos profissionais e das suas entidades representativas que aformação em engenharia tenha a qualidade necessária, mas também dasociedade como um todo. Não é possível, portanto, considerar satisfatória a decisão do MEC para o tema. É preciso fazer ver ao governo, ao Conselho Nacional de Educação eaos demais órgãos envolvidos com o ensino superior a urgência em rever tais regras. Essa discussão é fundamental e precisa ser travada de forma séria, transparente e comprometida com o interesse público.  Murilo Pinheiro – Presidente Fonte: FNE – Palavra do Murilo – Ensino de engenharia deve ser 100% presencial

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NOTA DE REPÚDIO À DEMISSÃO EM MASSA DE 300 EMPREGADOS DA AGESPISA

O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Piauí (SENGE-PI), vem a público manifestar seu REPÚDIO à ação do Governador do Piauí – RAFAEL FONTELES, do Partido dos Trabalhadores – PT, que determinou a demissão em massa de 300 empregados da AGESPISA. Há de se ressaltar que o Governador Rafael FONTELES, do PT,  rasgando o programa do partido em defesa do trabalhador, iniciou  pressões psicológicas e assédios contra os empregados da AGESPISA para que esses aderissem a um PDV esdrúxulo que não atende as necessidades das famílias afetadas. De 900 empregados, os 300 que resistiram à pressão e se mantiveram no emprego, no dia 20/05/2025, receberam os avisos prévios, DESRESPEITANDO A JUSTIÇA DO TRABALHO, negando as estabilidades específicas no acórdão do dissídio 2024/ 2026 já transitado e julgado pelo TST, sem mais direito a recursos, além de DESCUMPRIR o que determinam as leis estaduais, Lei Complementar 83/2007 e Lei Orgânica do Estado nº 28/2022, que respectivamente criam a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí – EMGERPI e garantem que  sejam alocadas nela os empregados das empresas extintas ou liquidadas, citando literalmente a AGESPISA. É UMA AÇÃO ILEGAL, IRRESPONSÁVEL, DESUMANA O desespero dos pais de família desde dezembro de 2024 quando se iniciou esse processo denota a insanidade do ato que agora se completa. Nesse ATO de REPÚDIO AO GOVERNADOR DO PIAUÍ RAFAEL FONTELES, DO PT, acrescentamos  o alerta e a nossa confiança na JUSTIÇA DO  TRABALHO para que barre tamanha INSANIDADE E MALDADE como os  trabalhadores da AGESPISA e suas famílias. SÃO  ANOS DE TRABALHO  DEDICADOS AO SANEAMENTO DO PIAUÍ COM COMPETÊNCIA, SERIEDADE e HONESTIDADE.

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